Fonte: Wikipédia
Em 4 de outubro de 1842, foi aberto um canal para levar a água de uma pequena fonte, chamada Fonte da Saudade para o Mar Pequeno, desviando as águas de seu antigo curso por onde corriam ao rio Ipiranga (atual largo Comendador Luiz Álvares da Silva). Em julho de 1843, por meio de uma subscrição, o procurador da Câmara mandou fazer na Fonte da Saudade uma parede de pedra e cal para servir de açude, com um cano colocado em altura conveniente para a passagem de água, e um tanque, também construído de pedra e cal, utilizado para lavar roupas. Em 13 dezembro de 1843, estava concluída a obra na dita fonte, e iniciada uma mais ou menos semelhante em outra pequena fonte, a qual foi chamada de Fonte de Todos os Santos, sendo que, esta foi feita para evitar que qualquer morador da vila fizesse ali alguma obra, para uso particular da fonte de água. Na Fonte da Saudade foi empregado oitenta e cinco mil réis, tendo a Câmara contribuído com trinta mil réis, e o restante pelos seguintes vereadores: João Mâncio da Silva Franco, doze mil e oitocentos réis, além de quatro dias de serviço de um escravo; Bernardo Antônio Neves, catorze mil réis; Antônio José Pinto, sete mil réis; Antônio José Gonçalves, dois mil réis, e Manoel José Corrêa seu serviço como
administrador, na importância de vinte mil réis, porém seria preciso construir os muros da caixa, no qual se gastaria de dez a doze mil réis, para impedir possíveis
invasões e danos, bem como, se impedir o corte de árvores no morro para evitar a extinção das fontes naturais, principalmente em época de estiagem, porque, exceto o córrego da Fonte do Senhor, os demais são córregos de pouca água, e pode se afirmar que hoje estes não tem nem a metade de quando o morro ainda não era explorado. Está localizada no sopé do morro, nos fundos da área onde está instalada a sede do IBAMA, e serviu por muitos anos ao povo como uma das alternativas para abastecimento de água potável, para lavar roupas, e também como local de lazer da sociedade iguapense.















